Alunos de Catanduva criam aplicativo para ajudar equipes de socorro no atendimento às vítimas

App foi programado para mostrar mapa com todos os pontos de bloqueio em ruas e avenidas do município, permitindo que os socorristas fiquem sabendo onde a interdição começa e termina.
09/02/2020 08:18 Tecnologia e Ciência
Foto: Reprodução
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Quatro alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnológica de São Paulo (IFSP) de Catanduva (SP) desenvolveram um aplicativo para ajudar equipes de socorro a ganharem tempo no atendimento às vítimas.

Segundo os estudantes, ele foi programado para mostrar um mapa com todos os pontos de bloqueio em ruas e avenidas do município, permitindo que os socorristas fiquem sabendo onde a interdição começa e termina.

Com a informação, eles conseguem escolher um trajeto alternativo para prestar socorro às vítimas com mais agilidade, principalmente, em ocorrências mais distantes.

Por enquanto, o aplicativo está em fase de teste e sendo usado somente pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Catanduva, que recebe, em média, 200 ligações por dia, além de chamados de urgência e emergência em 19 cidade da região.

Normalmente, a maioria das ocorrências é de acidentes de trânsito, atendimentos médicos clínicos e traumáticos. Todas elas precisam de socorro rápido, fazendo com que os médicos e enfermeiros corram contra o tempo para salvar vidas.

“Quanto mais rápido a vítima é socorrida, maior a chance de ela ter uma boa recuperação. Então, qualquer impedimento ou atraso como uma interdição é crucial para ela posteriormente”, diz a médica do Samu, Gracieli Spolti.

Os alunos do IFSP criaram o aplicativo durante o curso de análise e desenvolvimento de sistemas com a ajuda de professores. O trabalho começou em 2018.

“Foi o início de um projeto de iniciação científica com os professores do instituto. Nós tínhamos feito um aplicativo antes, que foi a base para esse, e fomos desenvolvendo em cima dele para dar novas funcionalidades para o aplicativo”, afirma o aluno Matheus Sanches Quessada.

Nesta primeira etapa, o aplicativo, que funciona somente pelo celular ou computador, estará disponível apenas para o Samu, mas a ideia é que, futuramente, outros serviços públicos e moradores também tenham acesso às informações.

“A ideia inicial é minimizar o tempo que o usuário vai ficar preso em uma interdição e maximizar a rota”, afirma o coordenador do projeto Rodolfo Ipolito Meneguette.

Fonte: G1

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