Mulher espera para perder virgindade nas núpcias e descobre problema que impede sexo

Tudo aconteceu quando os noivos decidiram esperar para ter relações sexuais até se casarem
08/01/2020 14:40 Saúde

Você já pensou em esperar para perder a virgindade na noite de núpcias e descobrir que possui um problema que lhe impede de fazer sexo? Esse foi o caso da jovem Christians Stephanie Muller, de 23 anos, que foi surpreendida pela condição de vaginismo logo após o casamento.

Após sofrer com o problema entre 2015 e 2018, a jovem quer conscientizar mulheres que passam pela mesma situação.

Entenda o que é vaginismo, problema que impede sexo

Tudo aconteceu em 2015, quando Christians Stephanie Muller e seu noivo, de 31 anos, decidiram esperar para ter relações sexuais até se casarem, na noite de núpcias.

Até aquele momento, a jovem não fazia ideia que sofria de vaginismo, que provoca a contração involuntária dos músculos ao redor da vagina, tornando a relação sexual bastante dolorosa.

A princípio, a correção do problema pode durar meses ou anos, dependendo de cada mulher. Para Stephanie, o tratamento durou dois anos.

De acordo com o casal, as tentativas de prazer na lua de mel se tornaram exaustivas e frustantes, já que a penetração era praticamente impossível.

Por conta disso, Stephanie chegou a ter uma grave infecção por fungos, que mesmo com medicamentos por três meses não foi possível ser solucionada.

Casal se sentia como colegas de quarto

Para o casal, o relacionamento parecia como o de colegas de quarto.

De acordo com a jovem, esperar para ter relações até a noite de núpcias foi uma escolha pessoal, já que ela não queria ter relações com ninguém que não fosse seu marido.

“Eu pessoalmente acredito que o sexo é algo muito íntimo, e eu não queria compartilhar isso com alguém que eu não fosse me casar”.

Para a Stephanie, a situação foi envergonhosa e difícil.

“Eu e meu marido conversamos sobre como o vaginismo fazia com que a gente parecesse colegas de quarto. Nós até cuidávamos qualquer outro tipo de envolvimento físico porque nenhum de nós queria sugerir uma relação sexual e ficar desapontado e em lágrimas”.

Jovem se curou após programa de cinco meses em Nova Iorque

Em janeiro de 2019, o casal resolveu ir atrás de tratamentos alternativos, e passou por um curso de cinco meses m Plainview, em Nova Iorque, que a curou do problema.

“Ter vaginismo é muito difícil, e o que dificulta muito é o isolamento e a vergonha que o acompanham. Meu marido foi incrivelmente solidário ao longo de minha jornada com o vaginismo. Sempre que eu dizia coisas negativas sobre mim, ele sempre me assegurava que nenhuma dessas coisas era verdadeira e que ele me amava”, relembrou a jovem.

Além disso, Stephanie ressaltou que o homem constantemente a lembrava que não ia a lugar nenhum, mesmo que o vaginismo nunca fosse curado.

Fonte: Ric Mais

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