Veterinário dá dicas de como comprar um pet de forma correta

Veterinário e fiscal do Conselho Regional de Medicina Veterinária Mauro Freitas afirma que é importante descobrir a procedência do animal, de qual canil ele está vindo.
27/02/2020 12:14 Região
Foto: Reprodução
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Comprar um animal de estimação é uma decisão importante na vida de uma pessoa, de uma família e inclusive para o animalzinho que vai ganhar um novo lar. Por isso é importante saber a procedência desse pet, não apenas na questão de pedigree, mas também se é de um canil regularizado.

Neste mês, por exemplo, em São José do Rio Preto (SP), um canil clandestino foi fechado pela Polícia Ambiental e a Diretoria do Bem-Estar Animal. No local, mais de 60 cães da raça shih tzu, uma das raças mais procuradas para o comércio.

O veterinário e fiscal do Conselho Regional de Medicina Veterinária Mauro Freitas afirma que é importante descobrir a procedência do animal, de qual canil ele está vindo.

“É importante se você consegue visitar esse local, esse canil. Se você conhece o veterinário, saber dele quais são essas condições, porque ele é o profissional que vai estar ali, que vai acompanhar a sanidade desses animais, saber a qualidade de vida deles e a própria saúde das ninhadas que vão vir”, afirma.

O veterinário afirma que no site do Conselho Regional de Medicina Veterinária é possível encontrar a lista com os canis regularizados, com o nome do médico veterinário responsável.

Ele diz que, além de estar comprando um animal sem procedência, o risco é de fomentar um comércio irregular.

“Nessas situações não há um profissional que é responsável pelo tratamento. Você pode vir a pegar um animal que pode ter problemas”, afirma.

Em Rio Preto (SP), há uma lei municipal que impede o morador ter mais do que 10 animais de estimação na residência com mais de 90 dias de vida.

Outro ponto importante, segundo o veterinário, é pegar o animal para levar para casa no período correto.

“Para quem for pegar o animalzinho, tenha paciência, não venha pegar muito cedo, pelo menos 60 dias deixa-lo com a mãe. Por isso procurar um canil que seja regular, que se preocupe realmente com o padrão da raça e que vai ter uma preocupação em não passar esses tipos de problema nas ninhadas futuras.”

Fonte: G1

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