Música de O Rappa aparece entre as mais tocadas em espaços públicos nos últimos 10 anos

FOLHA DA REGIãO / DA REDAçãO


Foto: Divulgação

“Está cada dia mais difícil. Não sei mais o que fazer para viver'. O desabafo é da doméstica e leitora da Folha da Região, Ana Lúcia Antenor. Ela, que tem renda mensal de um pouco mais de R$ 1,5 mil, tem sentido no bolso o aumento dos preços.

O Indicador de Inflação por Faixa de Renda acelerou para todas as faixas no mês de setembro, mas revelou uma inflação mais acentuada para as famílias de renda muito baixa, com índice de 1,3%, enquanto o grupo de renda alta ficou em 1,09%. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A inflação para o segmento de renda baixa foi de 1,2% no mês, para a renda média baixa, 1,21%, e para o segmento de renda média alta foi de 1,04%.

Segundo o instituto, o grupo habitação exerceu a maior pressão inflacionária para as famílias dos três segmentos de renda mais baixa. Para as famílias de renda muito baixa, pesaram os reajustes de 6,5% das tarifas de energia elétrica, de 3,9% do gás de botijão e de 1,1% dos artigos de limpeza. Já os alimentos em domicílio foram puxados especialmente pelas frutas (5,4%), aves e ovos (4%) e leites e derivados (1,6%). As três faixas de renda mais alta repetiram o impacto sofrido em agosto, com peso maior no grupo de transportes, influenciada pelos reajustes de 2,3% da gasolina, de 28,2% das passagens aéreas e de 9,2% dos transportes por aplicativo. No acumulado de 12 meses, a inflação para o grupo de renda muito está em 10,98%.


 

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